... e a maior audácia de sempre é sermos Autênticos, Espontânios e Honestos.
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segunda-feira, 23 de março de 2015
domingo, 16 de março de 2014
O amor, o ódio e a indiferença
O ódio não é o contrário do amor, mas a indiferença.
O não sentir nada é pior do que sentir ódio.
O sentir que o outro não sente nada é o desespero.
O sentir que não se sente nada pelo outro é um alívio.
Do amor ao ódio vai um passo, porque ambos são alimentados por um sentimento muito forte... Já do amor à indiferença vão passos largos.
Acredito que a indiferença é fruto da experiência, é um misto de tempo passado com acomodação com a aceitação.
O não sentir nada é pior do que sentir ódio.
O sentir que o outro não sente nada é o desespero.
O sentir que não se sente nada pelo outro é um alívio.
Do amor ao ódio vai um passo, porque ambos são alimentados por um sentimento muito forte... Já do amor à indiferença vão passos largos.
Acredito que a indiferença é fruto da experiência, é um misto de tempo passado com acomodação com a aceitação.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Tenho dito
..e é realmente pena!
A maioria dos jovens de hoje (e não só, claro) dão com cada pontapé na gramática portuguesa, que quando por ventura recebo algum feedback (leia-se comunicação escrita) de alguém estou meia hora para decifrar a frase.
A título de exemplo, muitas das palavras no pretérito perfeito são escrita sem hífen! Isto é "Disseste ao invés de disses-te", "fizeste ao invés de fizes-te":
"Tu disseste no outro dia que iria fazer sol".
"Tu fizeste um rico trabalho".
Por outro lado, existem palavras que levam hífen, que são diferentes da supra mencionadas:
"Eu disse-te que a roupa está lavada"
" Eu pedi-te que desses banho ao cão"
Entendido?!
Quanto aos professores, vamos lá a meter ordem na coisa, porque se os jovens de antigamente sabiam escrever e os de hoje não, a culpa não é só deles.
domingo, 1 de julho de 2012
Da infância
Sou deste tempo...
Antigamente, el verão (também) era sinónimo de gelados... só os havia no verão, pelo menos por cá! Hoje em dia gelados é quando eu quiser... e sinceramente a coisa perdeu um bocado a piada.
A disponibilidade que existe actualmente na maioria do produtos, isto é, o que é do verão facilmente se tem no inverno e vice-versa, faz com que (já) ninguém fique "maluco" à espera que o verão chegue para fazer A, B ou C.. o excesso de facilidade e disponibilidade torna as coisas desinteressantes, é com tudo, é como aquele provérbio que diz "o fruto proibido é o mais apetecido", ora se deixa de ser proibido, que interesse é que tem? Nenhum! Tudo o que se torna comum, corrente.. é de facto desinteressante.
Não obstante do tema da infância, continuo a ter a mesma preferência pelos gelados da Olá, e os antigos continuam a ser os melhores... sai um Perna de Pau!
terça-feira, 26 de junho de 2012
Das conversas por aí
Não sei o que são alturas certas.. em tempos achei que haviam alturas certas para tudo... agora acho que são bichos da nossa cabeça para justificar algumas coisas que não estão claras... na cabeça.
Alturas certas não existem efectivamente! Agora não confundamos conceitos, uma coisa é ter uma oportunidade única, outra é achar que "na altura certa X".
X - variável, o que quer que seja.
Alturas certas não existem efectivamente! Agora não confundamos conceitos, uma coisa é ter uma oportunidade única, outra é achar que "na altura certa X".
X - variável, o que quer que seja.
domingo, 24 de junho de 2012
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